Empreitada Via Marginal Ligação Santa Clara à Relva - 2.ª Fase

Empreitada de Construção da Via Marginal de Ligação de Santa Clara à Relva - 2.ª Fase

Descrição:

A empreitada consistiu na intervenção da Via Marginal De Ligação De Santa Clara À Relva - 2ª Fase, designadamente no troço entre o Terminal de Combustíveis da Nordela e a Rotunda de Santa Clara.

A via desenvolve-se conforme a existente interligando a pavimentação executada na 1ª fase (Terminal de Combustíveis da Nordela) e a Rotunda de Santa Clara, seguindo a topografia e a linha de costa.

O seu desenvolvimento, inicia-se no final da 1ª fase (Terminal de Combustíveis da Nordela), numa extensão de 0,35 km aproximadamente, denominado (TROÇO 1), continuando pela Rua Padre Fernandes V. Gomes, requalificando a zona e o traçado existente, numa extensão de 0,310 km, denominado (TROÇO 2), através de uma interseção junto da parte final do troço 2, deriva para a 2ª Rua de Santa Clara, requalificando a zona e o traçado existente até à Rotunda de Santa Clara, com uma extensão de 0,365.443 km, denominado (TROÇO 3).

Troço 1 - Passeio sul de 1.60 metros de largura; Passeio norte de largura variável; Via de circulação, de dois sentidos, com 3.25 metros em cada sentido; Nas zonas de perfil transversal tipo, proteção marítima, constituída por enrocamento;

Troço 2 - Passeio sul de largura variável, mas superior a 2.00 metros; - Passeio norte de largura variável, mas superior a 2.00 metros; Via de circulação, de dois sentidos, com 3.25 metros em cada sentido; Estacionamento automóvel a sul, com 2.25 metros de largura;

Troço 3 - Passeio sul de largura variável; Passeio norte de largura variável; Via de circulação de 3.00 metros de largura com sentido único; Estacionamento automóvel a sul, com 2.00 metros de largura.

Troço 1 e 2

Para a via e áreas pavimentadas envolventes foram projetadas sarjetas com grelha metálica para recolha das águas pluviais que são conduzidas por meio de coletores a uma câmara de visita instalada no eixo da faixa de rodagem e desta para o mar através de boca de lobo existente no final do Troço 2.

Troço 3

Para a via e áreas pavimentadas envolventes foram executadas sarjetas com grelha metálica para recolha das águas pluviais que são conduzidas por meio de coletores a uma câmara de visita instalada no eixo da faixa de rodagem e desta para uma câmara de visita existente no final do troço 3. A localização destas sarjetas foi escolhida tendo em conta as inclinações dos arruamentos e passeios, bem como as áreas a drenar.

Rede De Drenagem Residual, Gravítica

Nos Troços 1, 2 e 3 foi projetado um coletor a instalar no respetivo eixo e a nível inferior ao coletor pluvial, câmaras de visita e passagem, que descarrega na câmara de visita existente no cruzamento da Rotunda com a 2ª Rua de Santa Clara (CR23).

Foi executada, uma conduta em ferro fundido dúctil, com o Ø500, em toda a extensão da intervenção, ou seja, nos Troços 1, 2 e 3. Esta conduta será tapada nos seus extremos, com flanges cegas, é dotada de câmaras de descarga, ventosas e maciços de amarração. A ligação dos troços de tubagem será executada com juntas flangeadas, as mudanças de direção ou de inclinação serão executadas por soldadura,

Rede de Abastecimento de Água

A partir do ramal existente com 200, na Rotunda de Santa Clara, foi executado um novo ramal em PVC PN10, de 110, a implantar nas bermas ou sob as zonas de estacionamento automóvel até à Rua Dr. Edmundo Machado de Oliveira, reduzindo progressivamente de diâmetro até 63 no Terminal da Bencom. O ramal projetado abastece rede de incêndios com marcos distanciados de aproximadamente 150 m, bem como rede de abastecimento domiciliário considerando a eventual requalificação da área urbana a norte.

Muros De Contenção Em Betão

O troço junto à falésia, podem observar-se nesta falésia sinais evidentes de erosão, propiciadores de enfornamentos e derrocadas.

Aspeto atual – Troço 1

Dada a impossibilidade de conter o avanço da erosão da falésia, houve a necessidade de conceber para este troço uma estrutura de contenção da via junto à falésia.

A solução de contenção adotada junto à falésia é constituída por um muro de betão, prolongada para debaixo da via por forma a garantir-se a estabilidade da solução, durante um período alargado de tempo, mais ou menos indiferente à evolução do processo erosivo.